Atualizado em 20 de junho de 2026

Apple iPad (11ª geração)

Apple iPad (11ª geração)

Tablet com chip A16 e iPadOS, certo pra quem já usa iPhone ou Mac

Ideal pra quem já vive no ecossistema Apple e quer um tablet pra estudo, trabalho e mídia. Combina chip A16, tela Liquid Retina de 11 polegadas e bateria de até 10 horas, com armazenamento que vai de 128 GB a 512 GB.

Pontos Positivos

  • Chip A16: CPU de 5 núcleos, GPU de 4 núcleos e Neural Engine de 16 núcleos, com fôlego até pra editar vídeo em 4K.
  • Tela Liquid Retina: 11 polegadas a 2360 x 1640 (264 ppp), 500 nits de brilho e True Tone, que ajusta a cor à luz do ambiente.
  • Bateria pro dia todo: até 10 horas navegando por Wi-Fi ou assistindo vídeo, o que cobre um turno inteiro de uso.
  • Integração com a Apple: o iPadOS conversa com iPhone e Mac, com pareamento rápido e sincronização pelo iCloud.
  • Câmeras de 12 MP: frontal Center Stage que mantém você centralizado em chamadas e traseira grande-angular que grava em 4K.
  • Acessórios versáteis: compatível com Apple Pencil (USB-C) e com o de 1ª geração, além do Magic Keyboard Folio com trackpad e 14 teclas de função.

Pontos Negativos

  • Porta em USB 2.0: a entrada USB-C transfere a até 480 Mb/s, o que deixa a cópia de arquivos grandes em drive externo mais lenta.
  • Só eSIM: a conexão celular depende de eSIM, sem espaço pra cartão SIM físico, então confirme antes se sua operadora oferece o recurso.
  • Pencil 1ª geração à parte: o adaptador USB-C que recarrega e pareia esse modelo de caneta não vem na caixa.

Análise completa do Apple iPad (11ª geração)

Para quem é: o Apple iPad (11ª geração) faz mais sentido pra quem já vive no ecossistema Apple e quer um tablet pra estudo, trabalho leve e consumo de mídia. Se você usa iPhone ou Mac, o iPadOS encaixa direto na rotina: o pareamento é rápido e a sincronização pelo iCloud deixa arquivos e fotos onde você precisa. A leveza de 477 gramas ajuda quem carrega o aparelho o dia todo entre a faculdade e o trabalho.

Por que gostamos: o chip A16 do iPad de 11ª geração, com CPU de 5 núcleos, GPU de 4 núcleos e Neural Engine de 16 núcleos, dá conta de vários apps abertos ao mesmo tempo e até de edição de vídeo em 4K. A tela Liquid Retina de 11 polegadas tem resolução de 2360 x 1640 (264 ppp), 500 nits de brilho e True Tone, que ajusta a cor à luz do ambiente, ótima pra desenhar com o Apple Pencil ou maratonar séries. A bateria rende até 10 horas de navegação por Wi-Fi, o armazenamento vai de 128 GB a 512 GB e a porta USB-C ainda envia vídeo a um monitor externo de até 4K a 60 Hz. O Wi-Fi 6 acelera downloads e streaming, e quem precisa de internet na rua pode escolher a versão com 5G.

Pontos de atenção: a porta USB-C opera em USB 2.0, a até 480 Mb/s, então copiar arquivos grandes pra um drive externo fica mais devagar. A conexão celular usa só eSIM, sem slot pra SIM físico, então vale confirmar antes se a sua operadora trabalha com isso. E quem mira o Apple Pencil de 1ª geração precisa contar com o adaptador USB-C à parte, já que ele não vem na caixa, que traz só o cabo e o carregador de 20W.

Resumo: o iPad (11ª geração) entrega chip A16, tela Liquid Retina de 11 polegadas e bateria pro dia todo num corpo leve, com a vantagem de se conectar de forma natural a iPhone e Mac. Pra quem já está na Apple e quer um tablet equilibrado pra estudo, criação e mídia, é uma escolha redonda.

Especificações: Apple iPad (11ª geração)

Chip A16 (CPU 5 núcleos, GPU 4 núcleos, Neural Engine 16 núcleos) Tela Liquid Retina de 11 polegadas, 2360 x 1640 a 264 ppp, 500 nits, True Tone
Armazenamento 128 GB, 256 GB ou 512 GB Câmeras Frontal Center Stage de 12 MP e traseira grande-angular de 12 MP com vídeo 4K
Bateria Até 10 horas de navegação por Wi-Fi ou vídeo Conexões Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e 5G nos modelos Wi-Fi + Cellular
Porta USB-C (USB 2.0, DisplayPort e monitor externo até 4K a 60 Hz) Segurança Touch ID integrado ao botão superior
Peso e dimensões 477 g (Wi-Fi), 248,6 x 179,5 x 7 mm Na caixa iPad, cabo USB-C de 1 metro e adaptador de energia de 20W